santarém, pa, 1991. vive e trabalha em manaus, am.
Atuando principalmente com performance e fotoperformance, além de arte-educação, Uýra faz do próprio corpo suporte para contar histórias do encontro e da diferença entre a floresta e a cidade, costuradas por saberes científicos e ancestrais. As múltiplas naturezas dos mundos, suas origens e impactos enquanto imaginário sociocultural e político, o desaparecimento e ressurgimento de vida e a diáspora indígena, são alguns dos seus interesses em pesquisa e produção artística.
Em 2022, seu documentário “Uýra – A Retomada da Floresta”, gravado na Floresta Amazônica, foi lançado nos Estados Unidos e, desde então, já recebeu mais 11 prêmios em festivais de Nova York, Los Angeles, Londres, Melbourne, entre outros.
Graduada em Biologia e Mestra em Ecologia da Amazônia, realizou individuais em instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio (MAM-RJ) (Brasil), o Kunstraum Innsbruck (Áustria), o Currier Museum of Art (EUA) e Museu de Arte Moderna de Bogotá (Colômbia). Participou de cinco bienais pelo mundo, incluindo a 34ª Bienal de São Paulo (Brasil), e a 14ª Bienal Manifesta (Kosovo). Foi vencedora do Prêmio PIPA 2022, do Prêmio SIM à Igualdade Racial 2023 e do Prêmio FOCO ArtRio 2023. Tem obras em importantes coleções públicas, como o Los Angeles County Museum of Art (LACMA) (EUA), o Institute for Studies on Latin American Art (ISLAA) (EUA), o Castello di Rivoli Museo d'Arte Contemporanea (Itália), o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) (Brasil), a Pinacoteca de São Paulo (Brasil), o Instituto PIPA (Brasil) e o Currier Museum of Art (EUA). Em 2025, foi destaque na ARCOmadrid e apresentou a performance Espiral da Morte no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Espanha).

